ARCO BRASIL
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 Apresentação

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Sandro



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MensagemAssunto: Apresentação   Dom Nov 14, 2010 11:55 pm

Olá pessoal. Nunca participei de nenhum outro forum antes, mas, por indicação do João Paulo, que me vendeu o meu sexto arco composto, resolvi fazer parte deste aqui pois arco e flecha, bestas e facas são paixões minhas desde a infância. Sou praticante de arco e flecha a mais de 20 anos e, como haviam muito poucas opções no mercado nacional, e eram de péssima qualidade, resolvi criar a minha própria besta e tenho um protótipo que uso a mais de 5 anos mas falta recurso e tempo pra torná-lo definitivo. Assim que descobrir como postar fotos vou fazê-lo. Por enquanto, gostaria de elogiar a iniciativa dos criadores deste forum e dos demais participantes. Vida longa ao nosso esporte e ao forum.
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JPauloBap



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MensagemAssunto: Re: Apresentação   Seg Nov 15, 2010 11:19 am

Até que enfim em Sandro!... rsrs.

Seja muito bem vindo Fórum!

Para postar fotos temos um tutorial aqui: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

Estamos aqui para ensinar e aprender uns com os outros e com certeza seus conhecimentos serão de grande valia.

Abc.

_________________
JPAULOBAP |) >--> O
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Mamute-sc
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MensagemAssunto: Re: Apresentação   Seg Nov 15, 2010 11:41 am

bem vindo ao forum Sandro, fica tranquilo que isso aqui é um grande família, a gente se ajuda

grande abraço
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Sandro



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MensagemAssunto: Re: Apresentação   Qui Nov 25, 2010 9:52 pm

Olá amigos.
No tópico sobre artigos técnicos coloquei à disposição do pessoal o manual de regulagem de arcos e flechas da Easton traduzido por mim. Tenho outros artigos referentes à regulagem e tiro com arcos, mas mais voltados à caça com eles. Como fazer arcos recurvos tradicionais com madeiras da natureza, como fazer flechas tradicionais, como selecionar flechas, rests, miras, quivers, como fazer flechas de alumínio, técnicas de tiro em caça e muito mais. São mais de 100 textos traduzidos, além de um programa da Easton que calcula a energia sinética das suas flechas e diz pra que tipo de caça é indicado o seu equipamento.
Quem estiver a fim, manda uma mensagem pro meu e-mail que eu respondo e mando o arquivo que interessar. [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
No futuro, pretendo escrever sobre algumas esperiencias pessoais também.
Abraços a todos.
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Mamute-sc
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MensagemAssunto: Re: Apresentação   Qui Nov 25, 2010 10:34 pm

Sandro, já mandei email, mas seria legal se você conseguisse ir colcando os textos que julgar mais interessante aqui no forum, tem muito novato (como eu) que está avido por aprender e sabemos que nesse país, com poucos arqueiros as coisas se tornam mais difíceis, portanto, qualquer ajuda é bem vinda
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Sandro



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MensagemAssunto: Re: Apresentação   Qui Nov 25, 2010 11:52 pm

Olá colega mamute-sc. Eu estou com problemas pra colocar fotos aqui e os referidos textos sem fotos fica difícil. Não sei se é a kminha conecção ou o que, mas quando vou postar uma foto (e olha que tenho muitas pra colocar) ele abre uma página que já procurei de todas as formas o local onde clicar, mas fica pedindo pra eu me cadastrar em um site chamado imageshack e não tem onde acessar pra efetivar a postagem. mas tudo bém, uma hora eu chego lé. Abraços
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
Acho que consegui. Acima estou colocando a foto da minha besta artezanal (Meio artezanal) o arco era de uma master Barnett antiga mas a cororonha e o gatilho são de minha própria criação
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Sandro



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MensagemAssunto: Re: Apresentação   Sex Nov 26, 2010 12:28 am

Ai outra foto da minha besta seemi-artezanal.
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A precisão é boa até uns 40/50 metros, mas por causa da força do arco (cerca de 100lbs) tenho que dar um jeito de fixar o gatilho mais eficientemente pois os parafusos soltam com muita facilidade. Já sei como fazê-lo mas tenho que levá-la a uma oficina e pedir pra alguel soldár uma placa na lateral dele mas sempre que preciso de serviços de terceiros me arrependo, pois mesmo falando e ficando em cima sempre dá "M".
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Sandro



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MensagemAssunto: Re: Apresentação   Sex Nov 26, 2010 12:48 am

Aqui, a foto de uma outra besta que estou fazendo, mas desta vês, recurva. O arco será de mola de cabine de carreta e o gatilho, de inox, como sempre, para aumentar a durabilidade.
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
O sistema de gatilho foi desenvolvido por mim mesmo e tem apenas uma mola e duas paças móveis, além de dois pinos e da carcaça, feita com chapa de aço de 2,5mm. O conjunto é muito sólido e extremamente silencioso e não faz aquele "PLACK" que as bestas comerciais fazem.
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Sandro



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MensagemAssunto: Re: Apresentação   Sab Nov 27, 2010 2:15 am

Olá pessoal. Como tem muita gente perdida como eu fiquei a algum tempo atras, vou postar uma matéria sobre a compra de arcos para iniciantes.
este texto vai ajudar aos colegas e perceber alguns detalhes que podem fazer a diferença entre um arqueiro feliz e uma pessoa que vai ter trabalho para conseguir bons agrupamentos.

GUIA DE COMPRA PARA ARCOS

SOLO, DUPLO, REFLEX E DEFLEX: COMPREENDA OS TERMOS QUE LHE AJUDARÃO SELECIONAR O ARCO CERTO PARA VOCÊ.

Seu arco atual foi projetado e construído durante da administração militar? Você cansou de ouvir conversas sobre os benefícios de “cames solo” contra “cames duplas”, “reflex” contra “deflex”. E depois da conversa dos colegas sobre os benefícios?
A um ditado sobre isso: Se você nao stá contente com o desempenho do seu arco, ou comece a examinar as vantagens de um equipamento novo agora ou terá uma estação de caça muito longa.

A SELEÇÃO DA CAME

Muito foi escrito sobre cames (ou roldanas) todos os anos. Os diferentes estilos são numerosos, as formas e as características individuais, mas podem geralmente ser estreitados para quatro tipos distintos: as roldanas redondas, as cames macias, cames duras e cames solo. Cada uma tem seu próprio jogo de características que ditam suas melhores aplicações.

Se você analisar as diferentes características de calibração nos termos da velocidade, é fácil perceber mais rapidamente os diferenciais (roda redonda, came macia, came dura e came solo), mas isto diz respeito somente à parte da história. Outros fatores além da velocidade são, conforto, manobrabilidade, silêncio e precisão que fazem um arqueiro escolher uma came particular sobre outras.

As rodas redondas são as mais lentas de todas as cames, mas são utilizadas ainda hoje por uma razão; são as mais precisas e confortáveis de todas as cames e trabalham extremamente bem para atiradores manuais. São razoavelmente silenciosas, vibram muito pouco e são fáceis de ajustar. Na maioria dos casos sua velocidade é lenta, mas a precisão os alguns dos favoritos para atiradores de competição a distâncias fixas, mas falham na popularidade com os caçadores devido a sua trajetória curta.

As “Soft cams” (cames macias) são superiores às roldanas excêntricas redondas, por isso muitos caçadores optam por elas. Possuem muitas das vantagens de uma excêntrica redonda, mas geram bastante velocidade para fazê-las adequadas para muitas aplicações de caça. São ainda silenciosas, estando relativamente bem ajustados e são confortáveis mesmo para atiradores manuais.

As “Hard cams” (cames duras) são as mais rápidas das cames duplas. Criam velocidades de empolar as flechas. Têm diversas desvantagens principais para o caçador. Primeiramente, são mais duras ao sustento na posição de tiro do que algumas das outras cames, devido a sua propensão a esticar as cordas e cabos. Podem também, ser altas, e necessitam ser lubrificadas consideravelmente. São, ainda, mais duras de disparar com precisão e menos confortáveis. Entretanto se você for um arqueiro perito, e aprecie ajustar um arco, a velocidade pode compensar toda a inconveniência requerida pela atenção ocasional.

As “One cams” (cames solo ou cames únicas) são a menina dos olhos de Matt McPherson, e eram primeiramente vistas em arcos da Mathew. Essencialmente, são uma única came dura combinada a uma roda redonda que serve de tensor. Sua popularidade foi tal de sucesso, que virtualmente cada fabricante de arcos produz hoje vários modelos de arcos com ela. São também, muito fáceis de ajustar, desde que há somente uma came. São, ainda, extremamente silenciosas e, tão rápidas quanto qualquer came dupla do mercado.


OS PROS E OS CONTRAS DAS CAMES, AJUSTABILIDADE DE REDUÇÃO

Não obstante que tipo de came você acha que trabalha melhor para você, há diversas coisas para se prestar atenção ao selecionar o modelo exato de arco-came. A maioria dos arcos de hoje são ajustáveis quanto ao comprimento da tração, mas como são ajustáveis e, com que grau de dificuldade, são duas perguntas importantes que necessitam ser respondidas. É sempre bom ter seu comprimento de tração medido antes de comprar um arco, mas se você mudar seu estilo de disparo ou crescer um bocado (no caso de um adolescente) o ajuste do comprimento da tração torna-se imperativo. Redução é uma outra função da came que necessite ser compreendida para “costurar” eficazmente um arco à suas necessidades.

Redução é expresso em porcentagem e em muitos dos arcos de hoje, é ajustável entre os parâmetros da necessidade do arqueiro (65%-80%). Para o match simples, vamos supor que você tem um arco de 100 libras (45,35kg) (não realística, mas simples, justo). No peso “peak”, você terá que puxá-lo 100-pounds (45,35kg) mas depois que as cames são acionadas e caem na redução (ou let off) você, estará segurando 35 libras (15,87kg) com uma came de 65%; ou com uma came de 80%, você somente estaria segurando 20 libras (9,07kg). Diferentes estados Norte Americanos tem diferentes regulamentos quanto à porcentagem de redução permitidas para caça. Entretanto, se você for um caçador de troféus ou esportista e for fazer uma visita ao pais do Tio Sam com esta finalidade, se você pensar que você pode ter uma possibilidade de encontrar um troféu, você deve utilizar cames com 65% de redução se você quiser ter o reconhecimento nos livros record. Para que o troféu seja elegível para seu lugar apropriado de honra nos livros “Record” de Pope & Young de arqueirismo, a máxima redução reservada é 65%.

ENPUNHADURAS

As enpunhaduras (a peça do punho do arco) vêm em formas, em projetos e em materiais diferentes. Sua construção e projeto influenciam extremamente o preço, a função e o desempenho do arco.

Como cames, têm muitas diferenças, mas os três estilos principais são “reflex”, “deflex” e em linha reta. As empunhaduras “reflex” são percebidos facilmente enquanto se curvam para o lado oposto da curvatura natural das lâminas. Este projeto produz velocidades mais rápidas enquanto reduz a altura da cinta (distância entre a corda no descanso e o centro da empunhadura) do arco.

As empunhaduras “Deflex” são o oposto exato de um reflex. Em vez de curvar-se afastado as lâminas, seguem a curvatura das mesmas. Isto aumenta a altura da cinta e cria uma velocidade mais lenta da seta mas é mais confortável ao tiro e é geralmente mais preciso para atiradores (especialmente para um atirador com ergonomia menos do que perfeita).

As empunhaduras retas caem em algum lugar no centro, (são tecnicamente uma empunhadura “reflex”, apenas muito menos assim do que alguns dos “reflex’s” mais radicais no mercado). São razoavelmente rápidos, confortáveis e conseqüentemente podem ser encontrados em muitos arcos atuais da caça em produção.

A construção material de uma empunhadura afeta o custo, o peso e o tamanho do aperto (diâmetro do punho onde o arqueiro segura o arco ou...aperto), mas não afeta realmente o desempenho, a precisão e a longevidade do arco. Há três maneiras básicas em que as empunhaduras são construídas; molde (alumínio, magnésio), feitas à máquina (alumínio) e, mais recentemente, as de fibra de carbono fundidas a laser, mas não são tão comuns quanto os dois métodos/materiais anteriormente mencionados.

As empunhaduras de molde são tão fortes, precisas e confiáveis quanto as feitas à máquina e podem ser obtidas a uma fração do custo das mesmas. A única desvantagem está no tamanho e no peso. De modo geral, as empunhaduras de molde são mais grossas na seção do aperto e, mais pesadas, portanto, do que as feitas à máquina.

As empunhaduras feitas à máquina são as mais leves (para o alumínio) de todas as empunhaduras e têm uma espessura menor que tende a servir para a maioria das mãos melhor do que uma empunhadura moldada, mas são também mais caras de se produzir.

As empunhaduras de fibra de carbono são as mais leves de todas, mas estão no alto da escala de preço. Entretanto, se o peso for o interesse principal em uma caçada árdua, faça uma análize de equipamentos com este material e perceberá que realmente tem um peso menor e a resistência aumentada.

AVALIAÇÃO DA VELOCIDADE, “IBO” CONTRA “AMO”.

Lá se foram muitos anos recentes de confusão sobre velocidades do arco, os fabricantes todos mostram os pontos de superioridade nas cartas de velocidade. Em uma tentativa de manter a um nível elevado os campos de tiro e de dar aos consumidores uma base para a comparação, dois métodos de avaliação diferentes foram adaptados. O IBO “International Bowhunters Organization” (organização internacional de Caçadores com arco) e o AMO “Archery Manufacturers Organization” (Organização dos Fabricantes dos Arcos) são os dois padrões usados para comparar a velocidade. Os dois padrões diferem-se drasticamente entre si.

A velocidade AMO é figurada usando um arco ajustado acima de 60 libras no peso de tração, 30 polegadas de comprimento da tração e de usar uma flecha de 540 grain’s (35,1g) de peso e foi a primeira forma que os fabricantes de arco encontraram para registrar as velocodades dos seus equipamentos.

A velocidade IBO é figurada usando uma flecha que pese 5 grain’s para cada libra do peso de tração do arco. Exemplo: Um arco tem 70 libras de peso de tração (70x5) a seta deve pesar 350 grain’s (22,75g). Mas atenção, esta configuração somente é usada para se medir a velocidade máxima que um arco pode alcançar e não deve ser utilizada no dia a dia de competidores ou caçadores pois todas as empresas recomendam um mínimo de 6 grains por libra de potência do arco para as flechas (arco de 70lbs/flechas de 420grains minimos de peso de flecha). Entretanto, competidores de tiro 3-D sempre extrapolam essa medida pois um arco que dispare uma flecha leve e rápida terá uma trajetória mais tensa e, portanto, menos ajustes na regulagem da mira são requeridos e um menor problema com possíveis estimativa de distâncias.

Um aparte eu devo inserir neste ponto e alertar os incautos que quiserem exagerar nas diminuições de peso das flechas. Embora a grande maioria dos arcos de hoje em dia sejam de lâminas bipartidas ou 4x4, e nesses arcos esse problema seja menos crítico, mas arcos disparando flechas com peso de 4,5 a 5 grains por libra de potência do arco, apresentaram fratura das lâminas. Estas fraturas aconteciam normalmente no vão da forquilha dos garfos da extremidade das lâminas e, às veses, chegando a partir estes garfos, em outros houve a ruptura das cordas. isso ocorre em virtude da velocidade aumentada das cordas e a extrema vibração que ficam sujeitados todos os componentes do arco, tais como corda, mira, rest, quiver, lâminas e empunhadura etc.

Como você pode ver, o sistema da avaliação é drasticamente diferente para cada método, que explica a propagação larga entre velocidades do AMO e do IBO. O IBO está usando um peso mais elevado da tração, um peso drasticamente reduzido da flecha (comparado ao AMO) e um comprimento fechado da tração (uns comprimentos mais longos de tração se traduzem em maior velocidade). Desde que muitos arqueiros têm "necessidade por uma ata velocidade", é óbvio porque os fabricantes de arco escolhem anunciar as velocidades IBO de seus arcos, mas para a melhor comparação o AMO é um teste mais consistente do litmus.

Que arco serve para você que quer selecionar o arco corretamente é uma coisa pessoal, e a decisão dependerá muito do que você estará fazendo com ele. Antes que você comece se estreitar nas seleções, pergunte-se primeiramente - você caçará de um treestand (Giral)? Caça em terra? Como “Big Game” (grande jogo) é você que vai perseguir? Em que distância o tiro médio será feito? Quanto peso você pode eficazmente segurar? Como você é como arqueiro (honestamente)?

Somente depois que você responder todas estas perguntas você pode eficazmente se estreitar na seleção do arco. Como um exemplo, analize meu amigo Carlos. Tem 1,82m de altura. Disparou em um arco um bocado, mas esta será sua primeira compra de arco. Está indo caçar quase exclusivamente de um stand (giral) de árvore, mas quer analizar as possibilidades para uma caçada de perseguição em locais montanhosos. Que arco trabalharia melhor para suas necessidades.

Para começar, está necessitando um arco fácil de disparar. Sendo seu primeiro arco, terá um arco de aprendizagem e completamente confortável, o melhor; entretanto necessita ainda poder, velocidade relativa e preferivelmente, um pacote pequeno, de pouco peso. Os arcos, como a maioria das coisas na vida, são umas séries de acordos. Para começar a velocidade, você aumenta freqüentemente o ruído. A precisão geralmente diminui com os tamanhos compactos (especificamente são duros de disparar bem) - mas é uma vantagem grande aos caçadores de giral em árvore.

O que o Carlos necessita é o melhor de todos os mundos, com tão pouco comércio fora dos EUA, como isto é possível. Eu recomendaria (em linha reta) um projeto de empunhadura “reflex”, acoplado com uma came solo ou uma destas novas dual-cams. Necessitaria o poder de um arco de 70-libras para grandes distâncias, mas poderia ajustá-lo para descer aos 60 lbs para a praticada da caça de stands. Um comprimento curto de eixo-à-eixo seria agradável para a caça em giral em árvore e carregar acima dos montes mais íngremes, mas não é o necessário com relação à precisão e a velocidade (especial para a caça andando e stalking de animais de grande porte). Se puder ter recursos, eu escolheria ter um modelo feito à máquina com menos excesso na empunhadura, para começar a secção de aperto menor e o peso mais leve. Agora que nós nos estreitamos nos traços desejados, diversos arcos podem caber neste critério. Agora é até o tipo do estilo, do preço e do nome.
Como você pode ver, compreendendo as características diferentes de um arco e aplicando as a suas condições e necessidade específica da caça, selecionar o arco certo para o trabalho não é aquela dificuldade.
Espero que estes poucos conselhos consigam fazer alguns colegas entender certos termos e elementos da arqueria moderna.
Abraços a todos.
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Sandro



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MensagemAssunto: Re: Apresentação   Sab Nov 27, 2010 4:15 am

Como escolher as flechas ideais

Quando se trata de arqueirismo, uma coisa é certa; nem todas as flechas são igualmente criadas. Depende, acima de tudo, sobre que tipo de arco você dispara, se você compete nos torneios 3-D ou caça como a quarenta anos atrás, encontrar a flecha correta para você pode ser uma tarefa trabalhosa. Este tópico pode ajudá-lo a reconhecer os pros e os contras dos principais tipos de eixos, seus materiais de confecção, dos materiais para aletas para tornar sua decisão um bocado mais fácil.

O começo de tudo.
Logicamente que nenhum arqueiro de hoje em dia quer voltar à préhistória e fabricar sias flechas a partir de ramos tortos e arcos de galhos amarrados com cipós, mas arcos da idade média atraem muitos adeptos ainda hoje em dia e, com eles, as flechas naturais são naturlmente as escolhas ideais. Contudo, falarei aqui de equipamentos um pouquinho mais evoluidos.
A partir da década de 1920/1930, surgiram os arcos recurvos como conhecemos hoje, com materiais ditos modernos, ou seja, madeira laminada cordas de fibras mistas (naturais e artificiais) e as flechas... continuavam sendo confeccionadas quase da mesma forma que as medievais, então, para uma maior precisão, já na década de 30, surgiram as flechas com aletas coladas em vês de amarradas. Nessa época a coisa começa a esquentar pois surgiram caçadores de nível internacional como Mr. Pope e Dr. Art Young que caçam animais de grande porte no perigoso big game africano, abatendo hipopotamos, rinocerontes e búfalos com seus potentes arcos recurvos. É contemporâneo desses caçadores um tal de Sasha Siemel, aventureiro que viveu e caçou muito no pantanal matogrosense e celebrisou-se mundialmente ao tornar-se perito no abate de onças com zagaia (tipo de lança utilizada pelo nosso caboclo), È claro que estes caçadores, extremamente experientes em seu pais EUA, sabiam das dificuldades de faserem abates destas bestas mas nem mesmo eles acreditavam ser possivel abater a maior de todas as feras africanas, o elefante. Ao serem questionados por um jovem mas muito ousado caçador americano sobre o porque dessa fera não ter sido abatida pelos aventureiros a resposta soou como um desafio - "Ora, ninguem conseguiria abater um animal destes com uma flecha não envenenada" - Este jovem caçador era ninguem menos do que Howard Vincent Hill que a partir desta data traçou como objetivo de vida a caça deste enorme paquiderme. O equipamento existente até então era muito rústico e com um amigo caçador de rifle, Howard conseguiu um pedaço de couro de elefante com o qual começou a desenvolver a flecha que seria o projétil designado para a árdua tarefa. Um proeminente fabricante de flechas da época já na década de 40, começava a fabricar tubos de alumínio para eixos de flechas e howard viu nesse novo material a chance de concretizar seu sonho, então, como um pequeno fabricante de ferramentas e conhecedor de bons aços, projetou a ponta que iria equipar a sua flecha desenvolvida a partir de tubos de alumínio. Não é nem preciso mencionar que Howard voltou aos EUA alguns meses mais tarde e disse um alo aos Srs Pope e Young convidando-os a assistir a filmagem da façanha.

O pequeno texto acima serve apenas para ilustrar e deixar mais divertida descrição que farei à seguir.

Para os da velha guarda.
Para aqueles puristas que acham que o arco e flecha é um esporte onde o tradicionalismo deve ser levado às últimas instâncias e os arcos long bows ou recurvos de madeira laminada deve ser o máximo de modernidade que se deve usar, respeito profundamente a sua forma de pensar e compartilho de muitos destes pensamentos (embora ame os modernos e velozes compostos). Para estes arqueiros as flechas devem continuar sendo as de madeira. Varas de boa madeira não são difíceis de achar pela internet em lojas do ramo no Brasil ou (muito mais até) fora dele. Porém para aqueles que preferem fabricar as suas próprias varetas, escreverei outros tópicos sobre o assunto, mas de certa forma, alguns conselhos devem ser resguardados:
Use madeira de boa procedência; Evite madeiras com nós e rachaduras; madeiras que mesmo depois de transformadas em eixos para flecha, empenarem, podem ser desenpenadas apenas pela aproximação com o fogo e forçando-as no sentido oposto até desentortarem; utilise nocks plásticos, s~~ao mais seguros e duráveis; caso use penas em vês de aletas artificiais, descreverei em detalhes em tópicos futuros como preparar as aletas para uma perfeita adesão nas varetas; Use pontas metálicas com peso adequado para a vareta que estará utilizando.

Flechas comerciais em Madeira:
Em se tratando de tempo de uso, os eixos de madeira são os mais antigos. Os povos primitivos arremessaram flechas de madeira em milhares de mastodontes a muitos anos atrás e por esta boa razão os eixos de madeira são utilizados ainda hoje – por causa simplesmente da forma como eles trabalham. Os eixos de madeira são baratos, são razoavelmente precisos, tem bom peso para penetrar bem mesmo nos maiores animais do “big game” e são razoavelmente duráveis.Os eixos de madeira podem ser bons em muitas considerações, mas não são perfeitos. Podem lascar sob determinadas situações; podem também empenar quando submetidas a extremos de temperatura e/ou de umidade. Além destas desvantagens, deve-se anotar que a maioria das flechas de madeira não devem ser usadas com arcos compostos modernos de alta velocidade porque podem partir no momento do disparo, criando uma situação perigosa para o arqueiro. Tradicionalmente, os eixos de madeira foram feitos, o mais comumente, de cedro portuário de Orford, e que é ainda o material mais desejado usado hoje. Além das suas qualidades de retidão, durabilidade, densidade e habilidade originais, ainda pode se observar a sua beleza estética e o seu cheiro maravilhoso - o cedro portuário de Orford remanesce imbatível na arte dos tradicionais bowyers. Entretanto, devido à quantidade limitada deste tipo de madeira, muitos arqueiros experimentaram materiais diferentes, com graus variando de sucesso. Estas outras madeiras incluem; hickory, carvalho, abeto, pinho de riga, amapá e ash para nomear alguns. A maioria vasta das flechas de madeira é utilizada hoje por arqueiros que disparam em arcos recurvos e com longbow’s.

Alumínio:
Quando os eixos de alumínio foram introduzidos na distante década de 1940, ele na realidade só explodiu na popularidade como um material para eixos de flechas nos anos 1970 e é ainda hoje o material o mais usado. Algumas de suas muitas vantagens incluem pequeno custo de produção, forte integridade construcional, habilidade de desdobramento razoavelmente grande, sujeita-se otimamente aos imprevistos do tempo e a umidade e, retidão extrema. O alumínio tem muito poucas desvantagens, à exceção da dobra sob stress/impacto elevado e o peso relativamente pesado. O alumínio é luz da abundância para finalidades da caça, porque arqueiros de competição procuram a maior economia de peso mas há materiais mais leves para a confecção de eixos de flechas que o alumínio.

Híbrido de Alumínio/Carbono:
Quase tão comuns quanto o alumínio ou o carbono sozinho, os híbrido de alumínio/carbono são um projeto original de eixos de flechas e têm algumas vantagens sobre um ou outro material individual. Os híbrido de Alumínio/carbono são construídos tipicamente usando um diâmetro pequeno de eixos de alumínio de pouco peso, coberto com uma camada exterior envolvente de carbono. Apesar da sua rigidez, tem muito pouco peso. Também eficientemente absorvem e transferem a energia, e tem boa penetração devido a seu diâmetro relativamente pequeno. Os híbridos de Alumínio/carbono são muito retos e são razoavelmente duráveis – comparados com o alumínio. Finalmente, são fáceis de colar inserções, como em uma flecha de alumínio regular. Sua desvantagem principal é o custo - para a finalidade de caça, os híbrido de carbono/alumínio são uma das combinações mais caras disponíveis.

Carbono:
O carbono foi introduzido em cena, primeiramente por caçadores. Com eixos de diâmetro extremamente pequeno e pesos mais leves. Estes eixos permitiam confeccionar uma flecha mais leve, mas eram mais proeminentes a rachar com impacto e eram muito duros de ajustar. Em anos recentes, entretanto, os eixos de carbono mudaram consideravelmente, fazendo destes uma excelente escolha para caçadores. Hoje, os eixos são tecidos ou envolvidos, como uma haste de pesca, fazendo-os maiores no diâmetro, mais fortes e menos proeminentes a rachar do que as versões mais antigas. Extremamente duráveis, retos e capazes de transferir bem a energia, os eixos de carbono também sofreram uma redução de preço nos últimos anos, tornando-os os eixos mais populares para caça existentes no mercado. Enquanto os eixos de carbono tem muitas vantagens, como tudo o mais, têm suas desvantagens. Colar aletas e insert’s podem ser difíceis de realizar, a menos que a limpeza completa e a colagem correta forem utilizadas. Ainda assim, alguns eixos são demasiado leves para dar a penetração adequada para finalidades de caça, servindo apenas para competições em alvo concêntrico ou alvos 3D.

Flechas para pesca:
A pesca com arco e flecha é um esporte bastante popular para muitos arqueiros no verão, mas para ser eficazes e, nos lugares onde isso é legal, uma flecha de pesca deve ser usada. As flechas de pesca são feitas geralmente de fibra de vidro maciça (mas algumas companhias oferecem também eixos híbridos de grafita e/ou de alumínio), e podem vir com ou sem aletas. Alguns eixos de fibra de vidro podem ou não ser oferecidos com virolas de cobre maciço para uma força adicional. Não obstante a construção, a maioria destas flechas têm um furo na ponta ou no nock para fixar uma linha de recuperação.


Aletas.

Penas naturais: As penas barradas de perus são a escolha mais tradicional para arqueiros que caçam quando vão preparar as suas flechas. Este tipo de aleta é o mais antigo utilizado, porém é, ainda, amplamente utilizado por arqueiros caçadores e mesmo em alguns tipos de competições. As penas naturais oferecem um maior "arrasto" ou estabilização para uma flecha, comparando a outros tipos de aleta de mesmo tamanho. Se você estiver disparando com broadheads de grandes áreas de superfície, você pode realizar características melhores do vôo utilizando penas naturais que utilizando aletas plásticas. As penas também perdoam mais quando existe algum tipo de obstrução no trajeto da flacha, (como um garfo do descanso mal posicionado ou no exemplo de um arco tradicional um batente mais longo do que o ideal) as penas naturais desmoronarão e passarão pela obstrução onde as aletas plásticas jogarão a flecha ligeiramente fora do curso. Como todas as coisas, as penas têm também algumas desvantagens. Geralmente custam mais do que o plástico, são mais dura de encontrar em pequenas lojas de produtos de arqueiria, são muito mais afetados por circunstâncias climáticas, molhando e encolhendo e podem ser ligeiramente mais ruidosas no vôo.

Aletas plásticas:
As aletas plásticas são o material mais comum usado hoje. São boas, não são afetados pela umidade, resistentes à dobra e ao atrito de umas com as outras ou de galhos de árvores quando estão em quivers ou aljavas, e estabilizam eficazmente uma larga gama de flechas. As aletas plásticas estão também disponíveis em uma vasta gama de comprimentos e de estilos para servir a todas as necessidades e estilos, desde as ultra-pequenas para tiro ao alvo aos modelos mais longos e elevados para estabilizarem os broadheads de caça. Enquanto as aletas plásticas carregam muitas e boas vantagens são, também ligeiramente mais pesadas e não oferecem tanta resistência ao vento quanto penas naturais, igualando a estabilização quando os tamanhos e o perfil são os mesmos porém, estás últimas perdoam melhor pequenas colisões com galhos e folhagens quando se caça


Nocks.
Os nocks podem ser de dois tipos diferentes mas muito parecidos: Nocks de inserir e nocks de colar por fora do tubo/vreta.

Nocks de inserir:
Foram criados nas decadas de 70/80, não se sabe ao certo mas eram usados para equipar as flechas de alumínio sem ter-se a necessidade de colar-se antes um insert para nocks. Como vantagem tem a seu favor a facilidade de instalação pois basta um pouco de cola e a insersão adequada no tubo e é só esperar secar. A desvantagem é que são mais dificeis de se extrair do interior do tubo caso quebrem, mas nada que um saca rolhas não dê conta. Atualmente a maioria das flechas de carbono vem com esse tipo de nock que não é colado no tubo, mas apenas inserido sob pressão e, então, se ajusta ao tipo de largada ou de rest que o arqueiro possa ter.

Nocks de colar por fora:
Estes nocks foram desenvolvidos inicialmente para as flechas de madeira ganharem mais precisão pois usava-se um apontador na vareta de madeira e colava-se este nock sem problemas. Já para as flechas de alumínio estes nocks precisam de um insert nos tubos para serem colados em cima. É comum e utilizado até hoje pela grande maioria dos arqueiros que caçam e usam arcos compostos ou recurvos com flrchas de alumínio.

Pontas.
Basicamente existem dois tipos de pontas, as de competição e as de caça (estas últimas se dividem em várias categorias e classes)

Pontas de campo ou de competição (field points):
São pontas de aço ou bronse que são simplesmente coladas por dentro dos tubos de alumínio ou carbono ou externamente nas varetas de madeira e não apresentam variações substanciais desde que foram criadas. Possuem uma ponta triangular arredondada e um corpo cilíndrico e tem essa forma para ajudárem na sua retirada dos alvos.

Pontas de caça (broadheads):
Estas pontas evoluiram muito assim como todo o equipamento de arqueiria moderno. Antigamente se fabricava esse tipo de ponta enrolando uma chapa metálica fina até ficar com um formato de cone em sua base e afinando e afiando a outra extremidade para conseguir um formato triangular achatado e afiado nas bordas que tinha um maior efeito ao atingir-se animais em caçadas. hoje existem tantas variáveis e modelos destas pontas que vão desde as de uma lâmina fixa, passando pelas de duas, três, quatro ou mais lâminas fixas ou removíveis, as de pontas agudas e lâminas destacáveis, as de corte no contato e, finalmente, as mecânicas.
Lâminas fixas: São modelos mais antigos e consiste em uma lâmina de chapa fixada a uma base adaptável ao eixo ou ao insert. Podem ter de uma a quatro lâminas cortantes e normalmente é uma destas lâminas que primeiro rompe a pele doa animais abatidos portanto são denominadas "corte no contato".
Lâminas destacáveis: São pontas de construção mais moderna e possuem um eixo normalmente de alumínio e uma ponta perfurante rosqueada além de sulcos na lateral do eixo para encaixar-se as lâminas. Na base destas pontas existe uma porca que fixa as lâminas em seus devidos locais de ancoragem.
As pontas de lâminas destacáveis podem se dividir ainda entre as de ponta cônica ou cinzeladas. As primeiras são apenas o que o próprio nome dis, cones parafusados no fim dos eixos de alumínio e que fazem o primeiro contato com a pele dos animais abatidos. As cinzeladas tem um formato mais robusto e foram criadas para serem utilizadas em arcos mais potentes, para romper ossos poderosos e couros duros.
Pontas mecânicas: São pontas feitas a partir de um eixo, normalmente de alumínio e que tem em seu prolongamento, duas ou três hastes dobradas e que se desdobrarão ao atingir seu objetivo, causando um estrago maior aos tecidos dos animais. Foram desenvolvidas para dar maior estabilidade no vôo das flechas disparadas de arcos de alta velocodade pois um pequeno erro de ajuste na inclinação das pontas convencionais e estas passam a competir com as aletas desviando as flechas do seu curso.


Inserts (ou point adapters).
Estes acessórios geralmente instalados em flechas de alumíniio ou carbono tem a finalidade de reter as pontas de campo ou de caça na extremidade da flecha. São pequenos cilindros de alumínio que são colados nos tubos e tem uma rosca interna adaptável a todos os tipos de pontas, sejam elas de campo ou de caça. É estranho ouvir isso mas os inserts são responsáveis por cerca de 50% das imprecisões de tiros com broadheads pois ao não ajustarem estas pontas de forma correa, as fazem causar o vôo defeituoso da flecha, chegando, por veses, a ser errático.




Bom pessoal, espero que tenham gostado deste pequeno texto e perdoem os erros pois já são três e tanto da madruga e eu estou muito cansado depois de uma sexta feir bastante dura. Um abraço a tosdos os amigos do forum

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MensagemAssunto: Re: Apresentação   Sab Nov 27, 2010 6:41 pm

fico show a besta posta mais sobre ela em detalhe e valew pelo texto sandro
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Sandro



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MensagemAssunto: Re: Apresentação   Dom Nov 28, 2010 4:10 am

Mais fotos da minha besta semi-artezanal
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Aqui as minhas velozes e furiosas. KKKKK. Ex flechas de arco que encontraram um muro pela frente e resolveram mudar de atitude indo transformarem-se em flechas de besta. KKK
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Agora a foto do riser que fiz e mandei fundir em alumínio duas vezes mas deu errado nas duas pois ambos foram fundidos tortos, ficou empenado. O pior é que da primeira vês que fundí eu não percebí e fiquei quase um mês dando acabamento e polindo e coisa e tal, ai quando fui montar com lâminas de um Master antigo e colocar as roldanas que havia mandado tornear, só ai é que percebí que tava torto. Ainda assim, dava pra faser uns agrupamentos legais, mas desanimei, desmontei e dei a empunhadura pra um amigo que montou outro arco seguindo minhas instruções com lâminas de mola de Jeep e conseguiu terminar e o tem até hoje, mas é "pesaaaaaaaado".
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Ainda crio coragam e mando fundir novamente mas dessa vês, com forma de cerâmica.
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Esta foto mostra o reser visto de frente. Gostaria de mencionr que eu construi esta empunhadura uns cinco anos antes de comprar o meu Thunderbolt da PSE, e só conhecia os produtos nacionais, pra conseguir saber as dimensões eu apanhava fotos na net de arcos que eu achava bonitos, jogava no Auto CAD e colocava em escala de acordo com o tamanho de eixo a eixo que vinha no spec do arco, ai eu tive uma noção de abertura/afastamento da janela, da curvatura do reflex, dos ângulos dos encaixes para os bolsos dos limbos etc. Quando eu comprei o meu thunderbolt, eu tive uma grata surpresa pois as abrturas e ângulos eram muito próximos, só não coincidentes porque o modelo que desenhei é realmente diferente.
Se fosse construí-lo agora, já faria mudanças e colocaria a inclinação dos bolsos em outro ângulo e faria os bolsos para comportar lâminas 4x4 (sei não se ainda não dou conta de fazer essa besteira), botar umas lâminas mais curtas do que havia projetado inicialmente e as cames, inicialmente Hard-cam's que até mandei fundir também e tenho em casa até hoje, projetaria uma destas modernas dual-cam's e, quem sabe, conseguiria uma velocidade de 300 a 310 fps que pra mim já seria um "Must".
Aqui estou pondo fotos de outro projeto abortado por falta de elementos técnicos.
Uma faca de sobrevivência (outra de minhas paixões), não a primeira construida pois já fiz outras três que, embora pra lá de rusticas (lâmina de aço carbono, cabos soldados às lâminas etc.) funcionam até hoje e os seus donos, amigos presenteados, agradecem ainda hoje pelo presente.
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Aqui só a chapa, bruta do jeito que encontrei e depois de cortada no tamanho certo pra finalidade.
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Esta foto, a chapa já está previamente polida (com lima e muito suor), e colocada no esquadro para enfim receber o desenho e recortes.
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Aqui dá pra ver a lâmina já desenhada e, não dá pra esconder o erro, eu havia feito o recorte do encaixe para a guarda e cabo centralizado com a lâmina mas percebi (a tempo) que não iria ficar legal e resolvi mudar o desenho.
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Sandro



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MensagemAssunto: Re: Apresentação   Dom Nov 28, 2010 4:45 am

Continuação
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Aqui a chapa já cortada na serrinha mesmo e aguardando desbaste no esmeril para dar o formato definitivo do desenho.
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Agora, já dado formato definitivo, feito a pré-afiação e polida. Junto com ela a chapa que será a guarda. O cabo também já estava semi-pronto, feito de um tubo de inox não magnético já recortado e recartilhado, faltando as peças internas e a tampa, depois era só temperar e fazer o polimento final e a montagem.
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Uma visão das peças apenas encaixadas.
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Outra vista da faca apenas encaixada. A lâmina, a guarda e o cabo não estão completamente prontoe e falta fazer roscas no cabo, a cupilha que prenderá a lâmina a este e a tampa.
Nesse ponto eu percebo a malandrágem.
Eu comprei as chapas (25kg aproximadamente) como sendo aço inox 420, da ACESITA, mas descubro que este que tenho é mais dúctil do que o da guarda (um 320 ou algo que o valha), conversando com especialistas que trabalham comigo e eles me disseram que jamais uma aço com as características do 420 poderia ser mais dúctil do que um 320m mesmo destemperado.... Baaahhhh. Reclamar pra quem agora.
Só o tempo vai poder diser se eu tomo coragem de comprar chapas novas e começar tudo de novo pois tudo isso foi feito apenas com um esmeril, serrinha, lima, lixa e muito... mas muuuito suor mesmo.
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eschimidt



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MensagemAssunto: Re: Apresentação   Dom Nov 28, 2010 6:54 am

pra mim, as últimas fotos não estão parecendo.

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MensagemAssunto: Re: Apresentação   Dom Nov 28, 2010 10:53 pm

Olá eshimidt. Não é só por você não. Realmnte não estão aparecendo e pior é que não sei porque. pois usei os mesmos métodos para colocar as outras. Vou ver se consigo de outra forma.
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MensagemAssunto: Re: Apresentação   Dom Nov 28, 2010 11:05 pm

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MensagemAssunto: Re: Apresentação   Dom Nov 28, 2010 11:51 pm

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Acho que agora foi.
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MensagemAssunto: Re: Apresentação   Seg Nov 29, 2010 12:03 am

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Bom, acho que agora deu certo.
Não sei porque, mas estáva fazendo do mesmo jeito que antes e de repente travou.
Vou postar as demais e o texto novamente.
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MensagemAssunto: Re: Apresentação   Seg Nov 29, 2010 12:32 am

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MensagemAssunto: Re: Apresentação   Seg Nov 29, 2010 12:59 am

Continuação
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MensagemAssunto: Re: Apresentação   Seg Nov 29, 2010 1:03 am

Que legal.
Não foi de novo.
Mas eu não desisto. vou tentar de outro jeito
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MensagemAssunto: Re: Apresentação   Seg Nov 29, 2010 1:25 am

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Bom pessoal. estas foram e estão na mesma ordem do testo anterior.
Desculpem pelo contratempo pois tem hora que está indo tudo bém e de repente para de mandar as fotos.
Vamos ver se isso não acontece mais.
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MensagemAssunto: Re: Apresentação   Seg Nov 29, 2010 1:41 am

Aqui as fotos do meu ghilie suit caseiro.
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Caseira sim, mas muito eficiente.
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O problema é o trabalho que dá pra fazer.
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Dá pra inserir umas folhagens da redondesa onde for usar e a eficácia aumenta muito pois ganha os tons do local.
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MensagemAssunto: Re: Apresentação   Seg Nov 29, 2010 5:08 am

Sandro PARABÉNS pelo trabalho e por dividí-lo com a gente, muito bom mesmo

você tem muita experiência em construção de equipamento de arqueiria e caça, parabéns pelo empenho

poste algo sobre o uso desse equipamento, inclusive caçadas se possível
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eschimidt



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MensagemAssunto: Re: Apresentação   Seg Nov 29, 2010 6:37 am

hospeda em um site..
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depois é só postar o link

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