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 Realidade nos USA....leiam muito interessante

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marcio bernardes



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MensagemAssunto: Realidade nos USA....leiam muito interessante   Sex Dez 13, 2013 1:53 pm

Amigos,

Esta semana saiu uma excelente matéria sobre caça na mais tradicional revista semanal norte-americana: a TIMES.

O artigo está mais adiante transcrito na íntegra e trata sobre o problema da superpopulação de espécies como o Veado de Cauda Branca, Porcos Selvagens, Gansos, Perus e muitos outros.

tirada da revista times...

“O conselho da cidade de Durham, Carolina do Norte acaba de autorizar a caça com arco e flecha também dentro dos limites da cidade!”



“As autoridades de San Jose, na Califórnia, no coração do Vale do Silício, votou para permitir que a caça porcos selvagens dentro dessa cidade em outubro”



“Rock Island, Illinois, uma das cinco cidades do quadrilátero no rio Mississippi, também aprovou recentemente a caça arco na cidade, desde que ocorra em espaços verdes - campos de golfe , parques, cemitérios - ou em terras privadas”



“No estado do Maine, novas regras dobraram o número de Perus Selvagens que os caçadores podem levar para casa este ano e deu-lhes um extra de 30 minutos antes do nascer do sol e mais 30 minutos após o pôr do sol para a caça”



“Ohio concedeu aos seus caçadores de cervos a horas extras semelhante”



“E em Nova Jersey , apesar dos protestos de alguns anti-caça a temporada de caça de Ursos Negros abre agora na segunda-feira, 9 dezembro . Um pequeno exército de caçadores, os nomes escolhidos por sorteio , começará a vasculhar as florestas entre Filadélfia e Nova York, em uma temporada de seis dias projetado para lidar com o que se tornou um boom ursos de proporções insustentáveis” ​​.

“Em todo o país , a caça está retornando com força e não apenas pelo sucesso estrondoso de programas como Duck Dynasty ( no Brasil entitulado Os Reis dos Patos”) que faz a tividade parecer tão divertida”



“Temos muitos animais selvagens - de porcos selvagens a cisnes. Trinta milhões de forte e crescente população de Veados de Cauda Branca em os EUA que é maior hoje do que era quando Colombo navegou o oceano azul, de acordo com o Centro Nacional de Pesquisa da Vida Selvagem cientista Kurt Vercauteren . Eles devoram lavouras e hortas , tumultuam o tráfego e espalham doenças transmitidas por carrapatos . Depois, há os porcos selvagens . A partir de uma pequena vara importados para alimentar a expedição do explorador Hernando de Soto no século 16, cerca de 5 milhões suínos selvagens estão vivendo pelos parques da cidade e jardins privadas em 48 dos 50 estados. " Há apenas dois tipos de proprietários de terras no Texas, " como o especialista em vida selvagem Billy Higginbotham do Texas A & M gosta de dizer, " aqueles com porcos selvagens em suas terras e aqueles que estão prestes a ter porcos selvagens em suas terras. "

“E castores . Quase dizimado no século 19 , eles estão de volta em uma espécie de vingança. No subúrbio de Seattle de Redmond , os castores estão derrubando árvores ornamentais , não muito longe da sede da Microsoft para construir barragens nos bueiros de drenagem. Águias estão de volta também, algumas banqueteando-se com cães de estimação perto de Saginaw , Michigan! Guaxinins atormentam os subúrbios de North Shore de Chicago”


“Em seu livro “Natureza Wars: The Incredible Story of How Comebacks Wildlife” , o jornalista Jim Sterba documenta o renascimento da superfauna e nossos sentimentos ambivalentes sobre tê-los a viverr entre nós. " Nós criamos muitas fontes de alimento ", explicou em uma entrevista de rádio . " Nós lançamos alpiste . Nós colocamos o lixo . Nós fizemos crecer este belo gramado e jardins que estão cheios de coisas maravilhosas e deliciosas para criaturas selvagens comerem”.

“Mas isso significa que,por exemplo os pobres ursos devem deve ser mortos ? Ativistas anti-caça defendem que devemos tomat medidas razoáveis ​​para eliminar os salões de banquetes suburbanas em que ursos e outros animais agora prosperaram. Devemos ter a prova de latas de lixo , esconder comida para animais e alpiste, criar barreiras em galpões e garagens.. Todas estas técnicas que ajudam a controlar a população de ursos e outros animais selvagens , eles argumentam .Mas suponha que todas essas medidas foram tomadas amanhã e os ursos negros de Nova Jersey e em outros lugares foram imediatamente restaurado para sua dieta antiga.O que acontecerá?. Inanição lenta é uma mais feliz forma de um urso de morrer do que por uma bala ou uma flecha de um caçador??. Ademais no processo de morrer de fome , animais cortados de sua alimentação humana tendem a se tornar cada vez mais desesperados.. Eles então começam a comer animais de estimação em vez de alimentos para animais. Incidentes como este poderiam se tornar mais comuns”



“Afora a caça outras estratégias não letais tendem a ser ineficazes ou dispendiosa , ou ambas. Enquanto isso, os danos causados ​​por populações de animais selvagens em expansão é substancial. Cerca de 200 americanos morrem a cada ano em mais de 1,2 milhões de colisões de veículos com veados errantes - destruições que causam grandes danos , resultando em mais de US $ 4 bilhões em reparos , de acordo com o Insurance Information Institute . Uma recente manhã de terça-feira no oeste de Michigan , um motociclista chamado Theobald "Buzz" Metzger , 55 anos, atingiu um veado nos subúrbios de Kalamazoo . A força da colisão fez voar a partir de sua motocicleta. Momentos depois, um motorista de 78 anos de idade, Edmund Janke assustado com a visão de um corpo na estrada, desviou , perdeu o controle do carro e morreu. Um veado , duas pessoas mortas”.

“O Departamento de Agricultura dos EUA estima que cerca de 5 milhões de suínos selvagens geram 1.500 milhões de dólares de danos a cada ano. Preocupado com a ameaça de propagação da doenças a partir de suínos selvagens para seus primos domesticados, o USDA está preparando um esforço nacional para incentivar a caça.”


“Há sinais de que os americanos podem estar abraçando esta responsabilidade de voltar a caçar. De acordo com o Fish and Wildlife Service , a caça ganhou popularidade contabilizando os numeros entre 2006-2011 - os dados disponíveis mais recentes. Esse foi o primeiro aumento nas últimas décadas, e incluiu um recorde de 1,8 milhões de caçadores com idades entre 6 a 15. Por exemplo no estado da Dakota do Sul , 21% da população já caça!”.

“Mas se vamos cada vez mais pegar as armas ou o arco - ou simplesmente reconhecer os fatos da natureza que exigem essas coisas a serem feitas - é hora de sacudir sentimentalismo e ver a caça responsável através dos olhos do século 21 olhos. Hoje os caçadores são uma parte importante do ecossistema Norte Americano . Por terem assumindo o papel de cuidado, os caçadores fazem a coexistência dos seres humanos e animais selvagens sustentável.”

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America's Pest Problem: It's Time to Cull the Herd

By David Von Drehle

Faced with an outbreak of lyme disease and rising deer-related car accidents, the city council of Durham, N.C., authorized bow hunting inside city limits in November. Authorities in San Jose, Calif., in the heart of Silicon Valley, voted to allow hunting wild pigs within that city in October. Rock Island, Ill., one of the five Quad Cities on the Mississippi River, recently approved bow hunting in town, provided that it occurs in green spaces--golf courses, parks, cemeteries--or on private land. In Maine, new rules doubled the number of birds that wild-turkey hunters can take home this year and gave them an extra 30 minutes before sunrise and another 30 minutes after sunset to bag them. Ohio granted its deer hunters a similar overtime, stretching the hunting day into darkness.

And in New Jersey, despite protests and a spirited lawsuit, the fourth annual black-bear hunt will start bright and early on Monday, Dec. 9. A small army of hunters, their names chosen by lottery, will begin combing the forests between Philadelphia and New York City in a six-day season designed to cope with what has become a bear boom of unsustainable proportions.

Across the country, hunting is poised for a comeback, and not just because the folks on Duck Dynasty make it look like so much fun. We have too many wild animals--from swine to swans. Thirty million strong and growing, the population of white-tailed deer in the U.S. is larger today than it was when Columbus sailed the ocean blue, according to National Wildlife Research Center scientist Kurt VerCauteren. They gobble up crops and vegetable gardens, dart into traffic and spread tick-borne diseases. Then there are the wild hogs. From a little herd imported to feed explorer Hernando de Soto's 16th century expedition, some 5 million feral pigs are rooting through city parks and private lawns in 48 of the 50 states. "There are but two kinds of landowners in Texas," wildlife expert Billy Higginbotham of Texas A&M likes to say, "those with wild pigs and those who are about to have wild pigs."

And beavers. Nearly wiped out in the 19th century, they're back with a vengeance. In the Seattle suburb of Redmond, beavers are felling ornamental trees not far from Microsoft headquarters to build dams in the drainage culverts. Bald eagles are back too; one has been feasting on pet dogs near Saginaw, Mich. Raccoons bedevil the tony North Shore suburbs of Chicago. The world's largest Burmese pythons are no longer found in Burma; they are flourishing in South Florida. Wild turkeys swagger through Staten Island, N.Y. The yip of coyotes competes with the blare of taxi horns in New York City and Washington, while a fox has lately been in residence on the White House grounds. At least one mountain lion has had its photo snapped while hanging out in the Hollywood Hills. On Nov. 20, a conservation officer shot a wildcat hiding in a concrete tunnel under a corncrib in northwestern Illinois, far from the nearest established breeding population, in South Dakota.

Whether you're a Walmart employee in Florida wondering what to do with the alligator at your door, a New Yorker with a hawk nesting on your high-rise or an Ohio golfer scattering a flock of Canada geese, you now live, work and play in closer proximity to untamed fauna than any other generation of Americans in more than a century. Even as the human population climbs toward 320 million in the U.S., plenty of other creatures are flourishing too.

This was no sure thing. A child born around 1930 stood a pretty good chance of outliving the last white-tailed deer in the U.S. Abundant when the first European settlers arrived, the brown-eyed beauties had been hunted nearly to extinction. A sense of loss, even doom, hung over the U.S. publication of Felix Salten's novel Bambi, translated from German in 1928 by a left-wing intellectual named Whittaker Chambers. But Walt Disney, among others, imagined a different ending. As Chambers morphed into a conservative and the child of 1930 approached her teen years, Disney's studio made Bambi into the animated masterpiece credited with helping turn a nation in love with Buffalo Bill into the conservation-minded America of today.

The psychic shift symbolized by Bambi reshaped the population of American fauna so dramatically that one Saturday morning early this year, a child born around 1930--Dorothy Pantely, 83, of the Pittsburgh suburbs--witnessed not the extinction of the deer but rather the sudden arrival of two whitetails in the hallway outside her bedroom. Thinking quickly, Pantely activated her emergency medical alert. When police showed up, they found the picture window smashed, the carpet damaged, the adult deer escaped--and a frightened yearling left behind. "It was just the worst thing ever," Pantely said afterward.

Too many deer, wild pigs, raccoons and beavers can be almost as bad for the animals as too few. This is why communities across the country find themselves forced to grapple with a conundrum. The same environmental sensitivity that brought Bambi back from the brink now makes it painfully controversial to do what experts say must be done: a bunch of these critters need to be killed.

FROM PESTS TO PROTECTED

Nowhere has this stirred more emotion than in New Jersey, America's most densely populated--by humans, that is--state. Weeks before the start of the annual bear hunt, protesters were preparing for another year of heartbreak. From a low of about 50 bears around 1970, the number of black bears in New Jersey jumped seventyfold, to an estimated 3,500, by 2009. Complaints about bruins raiding trash cans, mauling pets--even breaking into houses--led state officials to institute the bear hunt in 2010. Since then, hunters have harvested (that's the preferred term in wildlife-management circles) nearly 1,350 black bears, bringing the species' population in New Jersey down by about 20%.

For people who had started to worry about letting their pets and small children out in the yard, that's a big improvement, and state officials would like to reduce the number of bears further. For people like child psychologist William Crain, however, the slaughter has been appalling. Crain, a professor at City College of New York, has turned out to protest the bear hunt each of the past three years; his protest last December ended when he was bundled into a state-police car while wearing a hand-lettered sign that read Mother Nature is crying.

Crain's sign points directly to the heart of the crisis. For the fact that New Jersey is teeming with bears (and all other manner of urban and suburban wildlife) has relatively little to do with Mother Nature and far more to do with you and me. In the state of nature, a burgeoning bear population would be handled efficiently and unsentimentally by a dry-eyed tyranny of starvation and disease. After the Italian explorer Giovanni da Verrazano arrived in the area in the mid--16th century, however, the state of nature--"red in tooth and claw," as the poet Tennyson put it--began its gradual transition into New Jersey, and the story got more complicated.

The first three centuries of European immigration were bad news for the bears. People cut down forest habitats for timber, charcoal and farmland, and when bears raided pigpens or smokehouses or berry patches, the humans killed them as pests. By the middle of the 20th century, so few bears remained that the state took action to protect them.

And so as with the deer, just when the bears were on the brink of extinction, humans brought them back. How? Partly it was a triumph of the conservation movement. Killing black bears was outlawed, and patches of forest were linked and converted into preserves. Partly too it was a matter of changing economics. People no longer warmed their homes and powered their machines by burning wood. Small-plot farming became a hobby of the few, rather than the livelihood of the masses. The destruction of the forests slowed, then stopped: according to the New Jersey forestry service, while the human population of the Garden State has more than quadrupled since 1900, the amount of the state that is forested--42%--has remained the same, and the quality of many of these forests has improved, as they teem with grasses and blueberries. The revival has been even more pronounced elsewhere in the eastern U.S. "Today the northeastern United States is almost 75% forested," according to Ellen Stroud, an environmental historian at Bryn Mawr College. The same pattern holds true across the Great Lakes, parts of the Midwest, the South and the slopes of the Rockies.

Even better for the bears and other wildlife, humans built suburbs next to the forests and threaded them with green space and nature trails, then stocked their neighborhoods with vegetable gardens and fruit trees and big plastic cans full of yummy garbage. At random intervals, they installed even bigger metal dumpsters overflowing with pungent delectables, not to mention pet bowls heaped with kibble and backyard barbecue grills caked with succulent grease. Adult black bears require as much as 20,000 calories a day in autumn to prepare for their long winter naps. That's a lot of bugs, berries and carrion--so much that scientists have determined that Mother Nature's ideal bear population is only about 2½ animals per square mile of forest, depending on the region. The same amount of land, strewn with high-calorie human-supplied treats, can sustain many more bears. And that's where the trouble comes.

As goes New Jersey, so goes America. Already this academic year, suburban grade schools in New Mexico, Colorado, Virginia, Idaho and Florida have ordered lockdowns in response to black bears prowling near the premises. Bears are growing fat on human hospitality from the outskirts of Los Angeles to the Beltway of Washington.

In his book Nature Wars: The Incredible Story of How Wildlife Comebacks Turned Backyards Into Battlegrounds, journalist Jim Sterba documented the superfauna revival and our ambivalent feelings about having them walk among us. "We create all these food sources," he explained in a radio interview. "We put out birdseed. We put out garbage. We grow this beautiful grass and gardens that are full of wonderful, luscious things for wild creatures to eat. Not only that, if an animal shows up that shouldn't be there, we tend to treat it as sort of an outdoor pet. I know people who, when a bear turns up in their garbage, say, 'Oh, get a doughnut.'"

But does that mean the poor bears must be killed? Antihunting activists advocate taking reasonable steps to eliminate the suburban banquet halls in which bears and other fauna now nosh and prosper. We should bear-proof garbage cans, hide pet food and birdseed, lock sheds and garages. All these techniques would help control the population of bears and other wildlife, they argue.

But suppose that all these steps were taken tomorrow and the black bears of New Jersey and elsewhere were instantly restored to their paleo diet. Slow starvation is no happier a way for a bear to die than by a hunter's bullet or arrow. And in the process of starving, animals cut off from their human feed are likely to become increasingly desperate and brazen. They start eating pets instead of pet food. Incidents like this one could become more common: in May, a woman in Altadena, Calif.--a suburb of Los Angeles, near Pasadena--entered her kitchen to find a bear already there, munching on peaches she had left on the counter. When she screamed, the bear reluctantly left the kitchen, ambling outside and flopping on the pool deck for a postprandial snooze.

Other nonlethal strategies tend to be either ineffective or expensive or both. What's known as aversion training works on the idea that animals can be scared away from human habitats by loud noises, nipping dogs, strobe lights or blasts of rubber buckshot. But an experiment in New Jersey found that the lure of the dumpster quickly overwhelms a bear's memory of such traumas. Contraception is another popular idea, but when it has been tried on deer, the most effective birth control technique--medicated darts--works only on captive populations. Without an enclosure, unmedicated deer mingle easily with the medicated ones, and the result is more fawns.

Meanwhile, the damage done by booming wildlife populations is substantial. Some 200 Americans die each year in more than 1.2 million vehicle collisions with wandering deer--wrecks that cause damage resulting in more than $4 billion in repairs, according to the Insurance Information Institute. One recent Tuesday morning in western Michigan, a motorcyclist named Theobald "Buzz" Metzger, 55, struck a deer in the suburbs of Kalamazoo. The force of the collision sent him flying from his bike. Moments later, 78-year-old motorist Edmund Janke happened on the scene. Startled by the sight of a body in the road, he swerved, lost control of his car and died after he was thrown from the vehicle. One deer, two people dead.

The U.S. Department of Agriculture estimates that some 5 million feral pigs do $1.5 billion worth of damage each year. The hogs are digging through garbage in the suburbs of Atlanta, rooting for acorns in the city parks of Houston and plowing up golf courses from the Oklahoma Panhandle to the heart of Indiana. Worried about the threat of disease spreading from wild pigs to their domesticated cousins, the USDA is preparing a nationwide effort to encourage hunting. The bad news: feral pigs are notoriously difficult to shoot.

THE HUMAN SOLUTION

An overabundance of wildlife is a wonderful problem to have. I'm dazzled by the variety of beasts and fowl my kids have met in their own backyard. Though they live in an inner-ring suburb of Kansas City, Mo., they've seen foxes trotting across the street; bunnies, opossums and raccoons in the yard; and hawks diving on prey. A migrating swan spent a couple of days in the neighborhood creek last winter, and a mature barred owl spent an hour the other day just outside our kitchen window, perched on a tree branch and rotating its head to give us a lordly look when we tapped quietly on the glass.

Compared with my children, I grew up in a veritable wilderness: a Denver subdivision where suburbia quickly gave way to farmland and open range. And yet that open landscape was zoologically dead. A pair of muskrats had their den in a nearby irrigation canal, and an occasional jackrabbit tore through the tall grass. But mostly it was quiet, because humanity had killed just about everything off.

Today wild-bird strikes bedevil American airports. Lyme disease, spread by deer-borne ticks, haunts hikers and gardeners and kids in backyards. Rabies passes easily among raccoons, beavers, foxes and skunks, while wild hogs carry swine brucellosis. Humans caused the near collapse of American wildlife, and now that the critters are back, it is our job to help maintain the delicate balance of the ecosystems we have designed and built.

If we don't do it, who will? The unprecedented numbers of large mammals now roaming the U.S. are sending a powerful natural summons to an unwelcome alternative: the resurgent apex predators that occupy the top of the food chain. The wolf, the cougar and the brown and grizzly bears ranged across most of the North American continent before humans nearly wiped them out. Now they too are rapidly returning. According to veteran wildlife biologist Maurice Hornocker, "there may now be more mountain lions in the West than there were before European settlement," and cougars have been spotted in recent years in Eastern states where they hadn't been seen for generations. Gray wolves have rebounded so robustly from near destruction that the U.S. Fish and Wildlife Service is proposing to remove them from the protected list of endangered and threatened species. And some scientists theorize that the resurgence of grizzly bears in the wilderness helps explain why black bears are now suburbanites. They've been pushed closer to the humans by their bigger, more aggressive cousins.

The return of alpha predators is sure to remind us of the reasons these beasts were so relentlessly hunted by our forefathers. Wolves, lions and bears are known to attack livestock and even pets. On rare occasions, they have killed humans. So what can keep them away from our neighborhoods? Only the pushback from the No. 1 predator of them all: the human being. Well-planned hunting can safely reduce the wildlife populations to levels that won't invite an invasion of fangs and claws.

There are signs that Americans may be embracing this responsibility. According to the Fish and Wildlife Service, hunting gained in popularity from 2006 to 2011--the most recent available data. That was the first uptick in decades, and it included a record 1.8 million hunters ages 6 to 15. The enthusiasm isn't universal: in South Dakota, 21% of the population hunts; in Massachusetts, it's only 1%.

But whether we hoist the gun or draw the bowstring--or simply acknowledge the facts of nature that require these things to be done--it's time to shake off sentimentality and see responsible hunting through 21st century eyes. The legacy of indiscriminate 19th century slaughter is not a burden for today's hunters to carry. Instead, they are an important part of the ecosystem America has successfully nursed back from the brink. By shouldering the role of careful, conservation-minded predators, hunters make the coexistence of humans and wildlife sustainable.

The communities I mentioned at the start of this article--places like Durham, N.C., and Rock Island, Ill.--have embraced the role of hunters in their local ecology reluctantly. Durham Mayor Bill Bell isn't sure that opening the city to bow hunting will accomplish much, he told TIME. Yes, he has noticed more deer on the roads. "I'm more cautious when I drive into my neighborhood now," he said. "I know if I round a bend, there might be three or four deer attempting to cross the road. Other folks have similar experiences." But whether hunting is the answer "remains to be seen," he said. "I'm not even speculating."

In Rock Island, state officials counted deer by helicopter last December and concluded that the population was too high for an urban area. Even so, alderwoman Kate Hotle was skeptical that hunting was the right response. "I do think we have more deer in our city than we did when I grew up here," she said in an interview. "There are more in the urban area of the city. I see deer now in my neighborhood, whereas I never used to. But I don't feel comfortable with us having hunting in our city."

Like many other jurisdictions across the country coming to grips with their fecund fauna, Durham and Rock Island have taken every precaution. They favor bow hunters rather than rifle hunters within city limits: stray arrows aren't a threat to pierce the siding of a house and kill a napping child, as a bullet might conceivably do. The cities restrict bow hunters to shooting from elevated blinds or into ravines, so that the arrow's trajectory is downward. Hunting is limited to golf courses, parks and private land. Still, Hotle remains unconvinced. "There's only a certain number of spaces that are, in my mind, safe enough" for hunting, she told TIME. "It seems an inefficient way to do it."

She might feel better if she paid a visit to Hidden Valley Lake, Ind., near Cincinnati. The little tree-sheltered community found itself overrun with white-tailed deer a few years ago. A helicopter census of the tick-bearing traffic hazards led scientists to estimate a population of more than 50 deer per sq km, at least seven times the optimal number. The deer had chewed through the understory of the Hidden Valley woodlands, devastating habitat for other wildlife, and their feces were raising bacteria levels in the town lake. Meanwhile, road crews were busy clearing deer carcasses from local roadways. Authorities weighed expensive alternatives like traps and contraceptives before choosing to authorize an urban hunt in 2010.

Two years later, after about 300 deer had been killed by skilled archers--permits were issued only to hunters who had passed a test--the deer population remained slightly higher than the ideal for biodiversity. In other words, Hidden Valley still had plenty of deer. But the number of animals killed in traffic accidents fell significantly, while area food banks were well stocked with donated venison. A sort of balance had been restored, in which there is room not just for hungry deer and their human neighbors but also for the plant and animal species that the deer were driving out.

This is nature's way: an equilibrium of prey and predator, life and death. There is no getting around the fact that humans now dominate the environment. We were wrong to disrupt the balance by killing too often during the heedless years of the 19th and early 20th centuries. Now it is wise to correct the more recent mistake of killing too rarely.

--With reporting by Miles Ulmer Graham, Caroline Farrand Kelley and Nicole Greenstein/Washington and Nate Rawlings/New York

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Valter



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MensagemAssunto: Re: Realidade nos USA....leiam muito interessante   Sex Dez 13, 2013 2:51 pm

Quem dera se o Brasil tivesse essa mentalidade quem dera .
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frederico mattis



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MensagemAssunto: Re: Realidade nos USA....leiam muito interessante   Sex Dez 13, 2013 3:58 pm

Seria um sonho ver essa mesma reportagem publicada na ISTO É.


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ottomano



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MensagemAssunto: Re: Realidade nos USA....leiam muito interessante   Sex Dez 13, 2013 4:13 pm

frederico mattis escreveu:
Seria um sonho ver essa mesma reportagem publicada na ISTO É.



Pensei a mesma coisa....
Pena que ficará no sonho mesmo!
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carlos ferreira



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MensagemAssunto: Re: Realidade nos USA....leiam muito interessante   Sex Dez 13, 2013 5:56 pm

eu ficaria feliz se todo caçador n fosse taxados com os adjetivos:
assassino
matador de bichinho inocente
covarde,
destruidor e muitos outros mais!

_________________
" O rio nasce frágil, fraco
e pequeno. Assim como os
homens, muitas vezes em um
humilde filete d’água, mas
persiste e ganha força quando
encontra aliados córregos e
ribeirões"

BELLO
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fishingwithabow1



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MensagemAssunto: Re: Realidade nos USA....leiam muito interessante   Sex Dez 13, 2013 7:11 pm

carlos ferreira escreveu:
eu ficaria feliz se todo caçador n fosse taxados com os adjetivos:
assassino
matador de bichinho inocente
covarde,
destruidor e muitos outros mais!
carlos, as pessoas que taxam caçadores assim são pessoas de visão fechada ,tipo cavalo de carroça ,só sabem obedecer o que os outros dizem.
Estes não tem a tradição e o conhecimento sobre o que e e o que significa a caça muitas vezes.
são pessoas que não entendem nosso mundo, e acho que difícil sera o dia em que entenderão.
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FABIO GUEDES



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MensagemAssunto: Re: Realidade nos USA....leiam muito interessante   Sex Dez 13, 2013 7:43 pm

“E em Nova Jersey , apesar dos protestos de alguns anti-caça a temporada de caça de Ursos Negros abre agora na segunda-feira, 9 dezembro . Um pequeno exército de caçadores, os nomes escolhidos por sorteio , começará a vasculhar as florestas entre Filadélfia e Nova York, em uma temporada de seis dias projetado para lidar com o que se tornou um boom ursos de proporções insustentáveis” ​​.

GOSTEI DESTE TRECHO Twisted Evil  Twisted Evil !!!!!!!!!!!!!!!!!
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MensagemAssunto: Re: Realidade nos USA....leiam muito interessante   Seg Dez 23, 2013 10:00 am

eu falo que vai chegar o dia que vou abater javali da garagem de casa, vocês não acreditam? ........esperem pra ver
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MensagemAssunto: Re: Realidade nos USA....leiam muito interessante   Seg Dez 23, 2013 2:11 pm

Valter escreveu:
Quem dera se o Brasil tivesse essa mentalidade quem dera .

A realidade é que por aqui não existe essas "super populações" de animais selvagens que causam problema.

A única exceção é o javali / javaporco / porco alongado que virou praga e não é espécie nativa. Uns meses atrás eu estava caminhando em uma área de reserva (APP) vistoriando e vi um canto todo fuçado e cheio de pegadas ..  pig ... e ...  pig ... ouvi um ronc ronc vindo do meio de umas moitas. he he he virei um foguete.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

Tem vídeos de cidades americanas invadidas por alces, atropelamento de viado na estrada rende dezenas de mortes por ano, uma amiga que mora nos EUA disse que lá o maior medo das pessoas é encontrar um urso negro no meio da montanha. Aqui a única coisa que eu vejo "causando" na cidade é a maritaca, pomba rola e bem-ti-vi. Nem rato eu vejo mais na rua.

Aqui em Rio Preto havia muita capivara na represa municipal, os urbanóides morrendo de medo de morrer picado por carrapato estrela das capivaras. Mas depois dessa polêmica eu notei que houve uma redução na população de capivaras. O que eles fizeram eu não tenho a menor ideia.
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Valter



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MensagemAssunto: Re: Realidade nos USA....leiam muito interessante   Seg Dez 23, 2013 2:35 pm

Pombas estão dando prejuízo nas lavouras não deixando nem nasce a cemente ,fui em uma fazenda que o dono sem alternativa nenhuma (até procurou as autoridades) teve que contratar peões para tomar conta dos grãos soltando foguetes, ele estava perdendo quase 40% do plantio .

Os catetos aqui na minha região estão dando prejuízo de igual com os javalis.
Capivaras anda dentro da cidade rrssss, direto encontra-se atropelada, sem falar que quando da elas dão na lavoura (quando são plantados próximos a água) elas ficam com uma parcela, um amigo do meu tio procurou o ibama , falaram que não podia fazer nada , mandaram cercar a lavoura com choque (haja dinheiro principalmente para pequenos produtores que a renda e pouca ).


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MensagemAssunto: Re: Realidade nos USA....leiam muito interessante   Seg Dez 23, 2013 7:45 pm

aqui no centro do estado de São Paulo tem sido notado um aumento na população de animais silvestres sim, a uns anos atrás quase não notava, mas com camera de trilha e aprendendo a ver pegadas e trilhas se percebe claramente o aumento, aqui a 5 km da cidade a câmera de trilha fotografou uma parda; tamanduá e lobo guará tem também

meu bairro tem um bosque no fundo e depois já tem pastagem, a uns tempos atrás apareceu uma família de cotia por lá

sempre disse (e isso escrevo a anos) que quando parassem as queimadas na cana iria ser uma inundação de animais, e já está acontecendo, vamos ver no que vai dar, só o tempo dirá

o pior é ouvir uns idiotas ignorantes que se intitulam ecologistas, aqueles que moram em apartamento, nunca pisaram na terra mas conhecem tudo de ecologia, dizerem que animal selvagem vai para as cidades porque estão acabando com as matas, só se for as matas no apartamento do cara, por aqui as matas só aumentam, todos tem que demarcar suas reservas e apps, e o bom é que estão interligando vários nichos de mata com a mata ciliar, é animal indo pra cima e pra baixo, lindo de ver

uma pena é o javali, a uns 4 anos nem tinha notícia por perto, aí tivemos notícias num rio a uns 50 km, depois masi perto e mais perto, agora estão quase por todos os lados, e pior, onde eu conheço que eles chegaram os animais sumiram todos, paca, cotia, veado... não sobrou nada, só pegada de javali, por sorte não temos capivara nas matas por perto

mas é isso aí, infestação vamos ter, no mínimo a de javali, na Europa teve prejuizo de 50 milhões de euros na safra de 2013, notícias de estouro de população em vários países, estão até estudando a possiilidade de começarem a matar as matrizes para ver se conseguem deter o avanço desses porquinhos bunitinhos

nos EUA é a mesma coisa, em alguns estados a coisa está ficando preta, tem cidade onde se busca o extermínio

toda essa história vem de países onde a caça é liberada, imaginem aqui onde se faz de tudo para não existir caçador, vamos ver no que dá
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MensagemAssunto: Re: Realidade nos USA....leiam muito interessante   Seg Dez 23, 2013 8:15 pm

tem certeza q n sabe oq vai dar mamute? eu sei, vão contratar empresas pra matar esses bichos com veneno, e fazer licitações de valores astronomicos para roubar a população!
mais aceitar caçador? acho q nunca!

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MensagemAssunto: Re: Realidade nos USA....leiam muito interessante   Seg Dez 23, 2013 8:37 pm

Queridos... Queridos...

Pelo amor de Deus e de vossos corações que comem comida gordurosa quase todo dia. Não grilem e nem esperem que a caça no Brasil será liberada. Isso NUNCA acontecerá.

A menos que alguém encontre o DVD original do sistema operacional e faça uma formatação.

Sei que alguns vão dizer:

(Voz de mona) Ha, mas já temos o javali e já é um passo.

Não, isso foi por que a fazenda de algum politico tava sendo destruída, ou de algum traficante.

Acreditam que o plenário tem jeito? Não!? A mesma coisa se aplica a caça aqui.

Sou feliz por podermos abater javali e tudo o mais, mas isso é migalha caindo da mesa de gente grande. Sentar lá é outra coisa. Very Happy


Meu comentário não é pra ofender ninguém aqui, mas certamente aparecerá alguém magoado.

Enquanto a caça não for um lucro para políticos ou traficantes, jamais será uma valia para nós.

Finalizo com: A ação vence a inercia, simplesmente faça.

Não esperem a corrente do rio mudar.
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MensagemAssunto: Re: Realidade nos USA....leiam muito interessante   Seg Dez 23, 2013 9:11 pm

realmente, capivara n é praga nem esta em descontrole! kkkkkk

olhem os comentarios!

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MensagemAssunto: Re: Realidade nos USA....leiam muito interessante   Seg Dez 23, 2013 9:17 pm

sera que essas pessoas acham elas tão fofinhas ainda?? kkkkkkk

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e outra estão gastando uma fortuna pra cercar o lago, kkkkk sera que é burrice?? me recuso a acreditar q eles realmente pensam q alambrado vai segurar capivara, ela vai cortar com uma mordida só, e mesmo se for de aço, ela vai roer ate cortar, pois eu sei oq são aqueles dentes! n sei na região de vcs, mais capivara aki da mais prejuiso que javali!

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MensagemAssunto: Re: Realidade nos USA....leiam muito interessante   Seg Dez 23, 2013 11:25 pm

carlos ferreira escreveu:
sera que essas pessoas acham elas tão fofinhas ainda?? kkkkkkk

Eu sou de Rio Preto, já parei o carro várias e várias vezes por causa de capivara na rua. Isso acontece apenas ao redor da represa. A única vez que esparramou capivara por toda a cidade foi uma chuva devastadora que destruiu parte da cidade e carregou capivara por todo lado.

Acidente como esse são poucos (eu só vi esses dois relatos da reportagem) e posso garantir que isso é gente correndo onde deveria estar dirigindo devagar. Uma capivara é do tamanho de um cachorro e um pouco mais baixa que uma criança. Da mesma forma que ao redor da represa tem capivara, também tem cachorro e tem muita criança. A rua ao redor da represa é curva e estreita, ninguém deveria dirigir correndo por ali, porque além de ter visão reduzida esse local é o ponto de recreação de centenas de pessoas.

E mais acima eu comentei que houve um sumiço nas capivaras, porque faz tempo que eu passo por lá e não vejo os grandes bandos que era comum. Já faz mais de mês que eu não cruzo com nenhuma capivara atravessando a rua por lá. Hoje mesmo passei por lá duas vezes e não vi nenhuma.
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MensagemAssunto: Re: Realidade nos USA....leiam muito interessante   Ter Dez 24, 2013 12:15 am

n conheço o local, oq sei é que tem capivara pra bater de pau, ja relatei a historia de um amigo, elas acabaram com a roça dele, procurou o ibama e eles mandaram ele cercar tudo com cerca eletrica, de onde q vai sair o dinheiro pra cercar e manter isso? ele vive de uma aposentaduria, o milho q prantava sustentava os animais, agora ta impossibilitado de plantar, se deus quiser ano q vem vou la ajudar ele, e como ele aki na região tem muito, inclusive eu sei que ja tem gente ganhando dinheiro com esse bicho, mais por favor n me perguntem como!
pra quem vive na cidade esses bichos são bunitinhos, pra quem vivi da roça, bichos como, capivara, gato do mato, onça, raposa e outros, significam prejuiso!

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MensagemAssunto: Re: Realidade nos USA....leiam muito interessante   Dom Dez 29, 2013 2:44 pm

moro em joinville, mais tenho uma chacara em campo alegre SC, e o que tem de capivara e cotia por lá é brincadeira haha, la na chacara tem um banhado do lado dela e tem umas 10 familias de cotia, e sempre tem capivara pastando por lá


Última edição por BL95 em Dom Dez 29, 2013 7:20 pm, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Realidade nos USA....leiam muito interessante   Dom Dez 29, 2013 2:48 pm

carlos ferreira escreveu:
n conheço o local, oq sei é que tem capivara pra bater de pau, ja relatei a historia de um amigo, elas acabaram com a roça dele, procurou o ibama e eles mandaram ele cercar tudo com cerca eletrica, de onde q vai sair o dinheiro pra cercar e manter isso? ele vive de uma aposentaduria, o milho q prantava sustentava os animais, agora ta impossibilitado de plantar, se deus quiser ano q vem vou la ajudar ele, e como ele aki na região tem muito, inclusive eu sei que ja tem gente ganhando dinheiro com esse bicho, mais por favor n me perguntem como!
pra quem vive na cidade esses bichos são bunitinhos, pra quem vivi da roça, bichos como, capivara, gato do mato, onça, raposa e outros, significam prejuiso!


aqui em campo alegre SC, tbm, pessoal que cria galinha sofre com raposa e gato do mato e gaviões, tem onças tbm mais nao se ouve falar de grandes perdas por culpa delas
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MensagemAssunto: Re: Realidade nos USA....leiam muito interessante   Dom Dez 29, 2013 3:06 pm

LHE RECOMENDO APAGAR SUA MENSAGEM!
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MensagemAssunto: Re: Realidade nos USA....leiam muito interessante   Seg Jan 06, 2014 12:25 pm

frederico mattis escreveu:
Seria um sonho ver essa mesma reportagem publicada na ISTO É.


   
desejo que um javali arranque a perna da Dilma e ela troque de ideia hahha
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MensagemAssunto: Re: Realidade nos USA....leiam muito interessante   Seg Jan 06, 2014 12:36 pm

vini pereira escreveu:
   
desejo que um javali arranque a perna da Dilma e ela troque de ideia hahha

Eu desejo que você leia um pouco mais antes de postar.
Javali está liberado o abate para controle populacional, para maiores de 18 anos que tiram uma autorização junto aos órgãos competentes.

Leia:
 Idea Arrow http://www.arcobrasil.com/t8296-ibama-cartilha-de-normas-e-medidas-de-controle-do-javali-asselvajado
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David Surkess



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MensagemAssunto: Re: Realidade nos USA....leiam muito interessante   Seg Jan 06, 2014 1:16 pm

hahaha ainda bem que moro no Peru .

MAs e serio? so javali que aqui pode, nem uno mero patinho, ou ate mesmo pombo rsrsrsrsrsrsrrs nunca vi ninquem cazar pombo rsrsrsrsrs

Estava pesquisando aqui e descobri um negocio aqui no brasil, caza submarina pode, e por que não pode cazar em terra???
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carlos ferreira



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MensagemAssunto: Re: Realidade nos USA....leiam muito interessante   Seg Jan 06, 2014 7:59 pm

David Surkess escreveu:
hahaha ainda bem que moro no Peru .

MAs e serio? so javali que aqui pode, nem uno mero patinho, ou ate mesmo pombo rsrsrsrsrsrsrrs nunca vi ninquem cazar pombo rsrsrsrsrs

Estava pesquisando aqui e descobri um negocio aqui no brasil, caza submarina pode, e por que não pode cazar em terra???

é serio sim amigo, se matar uma pomba é cadeia certa, ate galinhas se for morta de maneira diferente como por tiro ou uma flecha por exemplo, pode ser altoado em crime de maustratos de animais!! ta complicado e cada dia complica mais! apenas o javali foi liberado o seu controle populacional, e mesmo assim toda forma de caça contra o mesmo é proibida, pode abater eles, mais caçar eles não pode!

vai entender!

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MensagemAssunto: Re: Realidade nos USA....leiam muito interessante   Seg Jan 06, 2014 8:04 pm

quanto a caça sub, pode e não pode ao mesmo tempo, por ex. aqui em minas gerais faz a carteirinha tudo certinho, mais n pode praticar pesca sub nos rios de minas gerais, apenas em dois rios que pode, no são francisco e no rio grande, e apenas em determinadas partes! ou seja tem q pegar apenas peixes exoticos, como tucunare e tilapia!
é bem complicados!

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Realidade nos USA....leiam muito interessante
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